(Na medida do possível voltarei a ativar este espaço)
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No Brasil, país do opróbrio, da desonra e do faz de conta, repleto de bandidos, facínoras, mistificadores e farsantes, reles rascunhos de (H)omem, os crimes e as instituições criminosas crescem vertiginosamente, em proporções geométricas.
Nada, definitivamente, os contém! Nem cárcere, nem bomba, nem bala e nem nada!
Da miserabilíssima ralé à aristocratíssima elite, locupletam-se tantos, muitos, inúmeros, milhões, "zilhões" de espertalhões, nas ruas, nas empresas, no crime, no roubo, no tráfico, nos desmandos, nas propinas, nos governos, na política, e, enfim, em TODOS os ramos, setores, poderes e lugares.
Cada vez mais se confirma a tese popular que diz que, neste país de extensões continentais, porém de um povo letárgico e submisso, "o errado é que está certo"!
O STF brasileiro, que tantas ensanchas tem tido de (ao menos) minimizar a semelhante situação, decepciona a população em cada vez que se reúne.
Os doutos magistrados que o compõem, passam-nos, cada dia mais, atestados explícitos de tolerância, piedade, conivência, e em algumas situações até de cumplicidade com uma série enorme de crimes, de criminosos e de fatos desabonadores que assolam o país...
Ao menos para mim o Supremo Tribunal de há muito deixou de ser supremo, e, de há muito, deixou de ser confiável.
Em razão de tudo isso, chego à conclusão que as suas demoradas, pomposas e requintadas decisões, embaladas por inúteis debates e competições de sapiência e oratória, já não valem, absolutamente, nada!
Ontem, para não fugir à rotina irritante de tantas decisões esdrúxulas, pra lá de equivocadas, provocativas, a suprema corte voltou a deliberar e a decidir, frontal e desafiadoramente, contra os interesses do povo.
A mim, porém, não me causou espanto ou perplexidade a decisão, haja vista que a maior parte dos resultados se deduz por antecipação e já se conhece adredemente.
Ao menos para quem pensa e logo existe, valem tanto quanto valem a Rede Globo, os veículos de comunicação social em geral e a maior parte da mídia, isto é, muito menos do que aquilo que os cães e gatos baixam o traseiro para fazer e enterram no jardim!
Foi indizível e incompreensível a decisão do supremo, que sob a aparente justificativa de uma improvável harmonização político/jurídico/legislativa, defende e protege os malfeitores políticos.
E, pior, não somente os defende e protege como os reabilita e imuniza de qualquer ataque. É muita sem-vergonhice!
E o povo, indignado e revoltado, mas sem poder de mobilização e que em razão disso nada pode fazer, protesta de novo, clama por justiça e pergunta: cadê as lideranças da pátria, o que é feito das denominadas forças armadas?
Na verdade, amigos, não existe mais caminho pra ir ou voltar pois "chegou-se ao fim da picada"! A partir de agora,a situação brasileira virou um salve-se quem puder cada qual que se defenda e estamos conversados!
Uma pergunta final ao insigne e colendo Tribunal, posto que perguntar não ofende:
"Por que os homens das togas negras de hoje, têm revelado tanto medo dos políticos?" O que pode significar isso? O que poderia estar atrás disso? Ou eles acham que nós brasileiros somos todos estúpidos?
Para encerrar, permito-me ir de encontro e contestar a velha frase de Ruy Barbosa, o maior jurista brasileiro, proferida há mais de duzentos anos que disse que, no futuro, seria assim:
"de tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos maus, o homem começa a desanimar-se da honra, a rir-se da virtude e a ter vergonha de ser honesto".
Com todo o respeito ao mestre Ruy, a sua imagem e ao seu vulto histórico, (não obstante o "encilhamento"), a sua brilhante atuação na corte de Haia e, por extensão, à corajosa "Campanha Civilista, faço questão absoluta de dizer que EU, pobre, embora...
"sinto, como jamais senti antes, um enorme prazer de estar entre as exceções e um infinito e imensurável orgulho de ser honesto"!
Se vocês me pedissem para resumir o que escrevi acerca da situação jurídico/econômico/administrativa surreal por que passa o Brasil, eu, simplesmente, sintetizaria os fatos numa frase ressentida de alguém que tem fome e sede de justiça:
"Nem tudo que é legal é moral"!
Permitam-me acrescentar outra, de Nelson Rodrigues, ainda mais pertinente e dirigida aos idiotas da subjetividade legal que pululam nos tribunais:
"Que a justiça (divina e perfeita) esteja ETERNAMENTE acima das leis (humanas e imperfeitas)!
A turma da capa preta por suas últimas atitudes, acabou de comprovar (outra vez, mais uma vez) para a completa frustração e decepção da população, a atualidade de uma frase que não é minha, mas de todo o povo brasileiro!
Repito-a, interpretando-a e adaptando-a aos dias confusos, tumultuados e turbulentos que, infelizmente, nos coube e nos cabe viver:
"Nem tudo o que é eles "legalizam" e dizem transformar em legal, é moral"!
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No Brasil, país do opróbrio, da desonra e do faz de conta, repleto de bandidos, facínoras, mistificadores e farsantes, reles rascunhos de (H)omem, os crimes e as instituições criminosas crescem vertiginosamente, em proporções geométricas.
Nada, definitivamente, os contém! Nem cárcere, nem bomba, nem bala e nem nada!
Da miserabilíssima ralé à aristocratíssima elite, locupletam-se tantos, muitos, inúmeros, milhões, "zilhões" de espertalhões, nas ruas, nas empresas, no crime, no roubo, no tráfico, nos desmandos, nas propinas, nos governos, na política, e, enfim, em TODOS os ramos, setores, poderes e lugares.
Cada vez mais se confirma a tese popular que diz que, neste país de extensões continentais, porém de um povo letárgico e submisso, "o errado é que está certo"!
O STF brasileiro, que tantas ensanchas tem tido de (ao menos) minimizar a semelhante situação, decepciona a população em cada vez que se reúne.
Os doutos magistrados que o compõem, passam-nos, cada dia mais, atestados explícitos de tolerância, piedade, conivência, e em algumas situações até de cumplicidade com uma série enorme de crimes, de criminosos e de fatos desabonadores que assolam o país...
Ao menos para mim o Supremo Tribunal de há muito deixou de ser supremo, e, de há muito, deixou de ser confiável.
Em razão de tudo isso, chego à conclusão que as suas demoradas, pomposas e requintadas decisões, embaladas por inúteis debates e competições de sapiência e oratória, já não valem, absolutamente, nada!
Ontem, para não fugir à rotina irritante de tantas decisões esdrúxulas, pra lá de equivocadas, provocativas, a suprema corte voltou a deliberar e a decidir, frontal e desafiadoramente, contra os interesses do povo.
A mim, porém, não me causou espanto ou perplexidade a decisão, haja vista que a maior parte dos resultados se deduz por antecipação e já se conhece adredemente.
Ao menos para quem pensa e logo existe, valem tanto quanto valem a Rede Globo, os veículos de comunicação social em geral e a maior parte da mídia, isto é, muito menos do que aquilo que os cães e gatos baixam o traseiro para fazer e enterram no jardim!
Foi indizível e incompreensível a decisão do supremo, que sob a aparente justificativa de uma improvável harmonização político/jurídico/legislativa, defende e protege os malfeitores políticos.
E, pior, não somente os defende e protege como os reabilita e imuniza de qualquer ataque. É muita sem-vergonhice!
E o povo, indignado e revoltado, mas sem poder de mobilização e que em razão disso nada pode fazer, protesta de novo, clama por justiça e pergunta: cadê as lideranças da pátria, o que é feito das denominadas forças armadas?
Na verdade, amigos, não existe mais caminho pra ir ou voltar pois "chegou-se ao fim da picada"! A partir de agora,a situação brasileira virou um salve-se quem puder cada qual que se defenda e estamos conversados!
Uma pergunta final ao insigne e colendo Tribunal, posto que perguntar não ofende:
"Por que os homens das togas negras de hoje, têm revelado tanto medo dos políticos?" O que pode significar isso? O que poderia estar atrás disso? Ou eles acham que nós brasileiros somos todos estúpidos?
Para encerrar, permito-me ir de encontro e contestar a velha frase de Ruy Barbosa, o maior jurista brasileiro, proferida há mais de duzentos anos que disse que, no futuro, seria assim:
"de tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos maus, o homem começa a desanimar-se da honra, a rir-se da virtude e a ter vergonha de ser honesto".
Com todo o respeito ao mestre Ruy, a sua imagem e ao seu vulto histórico, (não obstante o "encilhamento"), a sua brilhante atuação na corte de Haia e, por extensão, à corajosa "Campanha Civilista, faço questão absoluta de dizer que EU, pobre, embora...
"sinto, como jamais senti antes, um enorme prazer de estar entre as exceções e um infinito e imensurável orgulho de ser honesto"!
Se vocês me pedissem para resumir o que escrevi acerca da situação jurídico/econômico/administrativa surreal por que passa o Brasil, eu, simplesmente, sintetizaria os fatos numa frase ressentida de alguém que tem fome e sede de justiça:
"Nem tudo que é legal é moral"!
Permitam-me acrescentar outra, de Nelson Rodrigues, ainda mais pertinente e dirigida aos idiotas da subjetividade legal que pululam nos tribunais:
"Que a justiça (divina e perfeita) esteja ETERNAMENTE acima das leis (humanas e imperfeitas)!
A turma da capa preta por suas últimas atitudes, acabou de comprovar (outra vez, mais uma vez) para a completa frustração e decepção da população, a atualidade de uma frase que não é minha, mas de todo o povo brasileiro!
Repito-a, interpretando-a e adaptando-a aos dias confusos, tumultuados e turbulentos que, infelizmente, nos coube e nos cabe viver:
"Nem tudo o que é eles "legalizam" e dizem transformar em legal, é moral"!
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