quinta-feira, 26 de outubro de 2017

FOMOS DERROTADOS PELOS MEDÍOCRES!

Dizer o que em relação aos ladrões que rapinaram o povo e conseguiram empobrecer um país do tamanho, da grandeza, da importância, da magnitude e da riqueza do Brasil

Estamos chocados, perplexos, sem acreditar no que vimos, no que vemos e sabemos existir em quase todos os segmentos da sociedade bandida em que se transformou este país!

Não, definitivamente, não, já não há mais nada a dizer, a argumentar, a acrescentar, mas apenas e tão somente a lamentar por tudo o que o povo passa neste Brasil, outrora honesto e varonil, em que a própria justiça de há muito, já faliu?

Claro que, enquanto país, o Brasil ainda subsiste, mas seu povo, simplesmente, sobrevive indignamente com muita luta, pertinácia e uma grande teimososa,

Contudo, aquele Brasil da paz, do respeito, da dignidade, da hombridade e do fio de bigode, legado santificado de nossos avós e de nossos pais, tanto e quanto aquele país do futuro, coração do mundo e pátria do evangelho, tudo já foi afogado e sepultado pelos corruptos que o comandam atolados até o pescoço, no pior de todos lamaçais, o moral.

O que vou dizer agora ilustra bem o momento crônico sofrível do país, a falência completa de homens de boa cepa e o deserto de idéias vivido pelo Brasil e, por extensão, por todos nós, os brasileiros.

Há alguns anos desembarquei de um voo internacional no Rio por volta de meia-noite e na espera do voo doméstico que partiria para Belo Horizonte às quatro horas, só não fui assaltado em pleno Galeão porque uma funcionária da empresa de aviação o impediu.

Distraído, sentado tranquilamente com um jornal à mão, eu só a enxerguei quando saiu de seu reduto de trabalho e começou a gritar a plenos pulmões contra um indivíduo que caminhava em minha direção o qual eu nem percebia estar interessado em minha bagagem.

Atraindo a segurança, num momento de movimento reduzido no aeroporto, eu tive a ajuda providencial de uma brasileira honrada e honesta e que não titubeou em correr os riscos decorrentes de sua ação salvadora para salvar alguém que ela sequer conhecia e jamais, provavelmente, houvera visto na vida.

Terminada a ação, aconselhou-me ela, em face do deserto em que estava transformado o aeroporto àquela hora, a que procurasse o bagageiro, depositasse a bagagem e só a resgatasse quando o movimento no Galeão fosse maior.

Explicou-me, então, que ocorria habitualmente aquele tipo de ação em quase todas as madrugadas sem que nenhuma providência coibitiva das autoridades ou dos responsáveis pelo local a fim de acabar com aquilo. Havia virado rotina e ela própria já conhecia o modo de agir dos meliantes.

Disse-me mais a aeronauta que, no Rio de Janeiro, 80% das pessoas roubavam ou cometiam algum tipo de delito, declaração extremamente forte que causou-me perplexidade e, por que não dizer, a convicção de que a minha "salvadora" exagerava um pouco em sua declaração.

O tempo, o senhor da razão, encarregou-se de mostrar-me que não havia nenhum exagero naquilo que essa moça proba, consciente e corajosa houvera declarado.

Consternadamente, pude observar que o fenômeno negativo de imensas proporções, não se restringia, exclusivamente ao Rio, e que a cultura do desrespeito aos quarto e décimo mandamentos cristãos está viva, pulula e se expande irreversivelmente por todos os cantos de nosso país.

Mas não se pode condenar tanto e exclusivamente o povo, quando os políticos e aqueles que hoje tomam conta do poder, cujo percentual de criminalidade consegue ser ainda maior, certamente beirando os cem por cento.

Para estes não existe o império da lei, mas da mancomunação de tantos que deveriam estar atrás das grades e, no entanto, são os mesmos que nos julgam e nos condenam quando eles próprios é que deveriam ser condenados.

Para encerrar quero lhes dizer que sinto asco, nojo e repulsa pela maior parte dos congressistas tanto e quanto pela maior parte homens da toga preta, cujas imagens e biografias ficarão manchadas e obnubiladas para sempre na história deste país.

A ação desses homens a quem em nome do povo foram outorgados tantos poderes, tem sido aquela de muitos deles olhar exclusivamente para o próprio umbigo, soltando delinquentes perigosos e reabilitando para a vida pública os propineiros, os bandidos e tantos ladrões do erário, verdadeiros inimigos do Brasil e dos homens que ainda insistem no superado e demodê bom-proceder.

Teriam eles medo de que, ao agir de forma tão estranha, sob a capa protetora da lei e, concomitantemente, (por incrível que pareça) ao arrepio da própria lei!

Para encerrar, a propósito da omissão dos juízes, da ambição dos deputados e da prepotência dos senadores (chamo a tudo isso de medo de algo que não têm coragem de divulgar e fazem questão de esconder) liberaram Temer para, depois de tantas acusações graves e inimagináveis para um cidadão de bem, prosseguir governando o país sob a frágil e descabida alegação de que ele está conseguindo levar bem a economia!

Mas um homem de bem que não tivesse sobre si a sombra de acusações tão sérias e proprietário de um passado limpo, não teria condições de realizar uma administração ainda melhor e, sobretudo, que nos garantisse que o erário é sagrado?

A frase é minha mas o Brasil inteiro sabe que "fomos derrotados pelos medíocres"! (AD)





sexta-feira, 13 de outubro de 2017

AOS HOMENS DAS CAPAS PRETAS QUE TANTO MAL FAZEM AOS BRASILEIROS E AO BRASIL!!!

(Na medida do possível voltarei a ativar este espaço)   ====================

No Brasil, país do opróbrio e do faz de conta, repleto de bandidos, facínoras, mistificadores e farsantes, reles rascunhos de (H)omem, os crimes e as instituições criminosas crescem vertiginosamente, em proporções geométricas.
 

Nada, definitivamente, os contém! Nem cárcere, nem bomba e nem bala!
 

Da miserabilíssima ralé à aristocraticíssima elite, locupletam-se tantos, muitos, inúmeros, milhões, "zilhões" de espertalhões, nas ruas, nas empresas, no crime, no roubo, no tráfico, nos desmandos, nas propinas, nos governos, na política, e, enfim, em TODOS os ramos, setores, poderes e lugares.
 

Cada vez mais se confirma a tese popular que diz que, neste país de extensões continentais, mas de um povo letárgico e submisso, "o errado é que está certo"!
 

O STF brasileiro, que tantas ensanchas tem tido de (ao menos) minimizar semelhante situação, decepciona a população em cada vez que se reúne.

Os doutos magistrados que o compõem, passam-nos, cada dia mais, atestados explícitos de tolerância, piedade, conivência, e em algumas situações até a impressão de cumplicidade com uma série enorme de crimes, de criminosos e de fatos desabonadores que assolam o país...

Ao menos para mim o Supremo Tribunal deixou de ser supremo, e, de há muito deixou de ser confiável.   

Em razão disso, chego à conclusão que as suas demoradas, pomposas e requintadas decisões, embaladas por inúteis competições de sapiência e oratória, não valem, absolutamente, nada!
 
Ontem, para não fugir à rotina irritante de tantas decisões esdrúxulas, pra lá de equivocadas, a suprema corte voltou a deliberar e decidir, frontal e desafiadoramente, contra os interesses do povo.

A mim, porém, não me causou espanto ou perplexidade a decisão, haja vista que a maior parte dos resultados se deduz por antecipação, já se conhece adredemente.

Tais decisões, ao menos para quem pensa e logo existe, valem tanto quanto valem a Rede Globo, os veículos de comunicação social em geral e a maior parte da mídia, isto é, muito  menos do que aquilo que os cães e gatos baixam o traseiro para fazer e enterram no jardim! 

Foi indizível e incompreensível a decisão do supremo, que sob a aparente justificativa de uma harmonização político-jurídico-legislativa, defende e protege os malfeitores políticos. 

E, pior, não somente os defende e protege como os reabilita e imuniza. É muita sem-vergonhice! 
 

Então o povo, revoltado, mas que sem poder de mobilização nada pode fazer, protesta de novo, clama por justiça e pergunta: Cadê as lideranças da pátria, o que é feito das forças armadas? 
   
Na verdade, amigos, não existe mais caminho "chegou-se ao fim da picada"!  A partir de agora, salve-se quem puder e estamos conversados!
 

Uma pergunta final ao insigne e colendo Tribunal, posto que perguntar não ofende:
 

"Por que os homens das togas negras de hoje, têm revelado tanto medo dos políticos?" O que pode significar isso? O que poderia estar atrás disso? Ou eles acham que nós brasileiros somos todos estúpidos?
 

Para encerrar, permito-me contestar a velha frase de Ruy Barbosa, o maior jurista brasileiro da história, proferida há mais de duzentos anos que disse que no futuro seria assim:
 

"de tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos maus, o homem começa a desanimar-se da honra, a rir-se da virtude e a  ter vergonha de ser honesto".
 

Com todo o respeito ao mestre  Ruy, a sua imagem e ao seu vulto histórico, (não obstante o "encilhamento") tanto e quanto a sua brilhante atuação na corte de Haia e, por extensão, à corajosa "Campanha Civilista, faço questão absoluta de dizer que EU, pobre, embora...

"sinto, como jamais senti antes, um enorme prazer de estar entre as exceções e um infinito e incomensurável orgulho de ser honesto"!
 

Se vocês me pedissem para resumir o que escrevi acerca da situação jurídico-econômica-administrativa surreal por que passa o nosso Brasil, eu, simplesmente, sintetizaria os fatos numa frase ressentida de alguém que tem fome e sede de justiça:
 

"Nem tudo que é legal é moral"! 

Permitam-me acrescentar outra, de Nelson Rodrigues, ainda mais pertinente e dirigida aos idiotas da subjetividade legal que pululam nos tribunais:

"Que a justiça (divina e perfeita) esteja ETERNAMENTE acima da lei (humana e imperfeita)!

A turma da capa preta por suas últimas atitudes, acabou de comprovar (outra vez, mais uma vez) para a completa frustração e decepção da população, a atualidade de uma frase que não é minha, mas de todo o povo brasileiro!

Repito-a, interpretando-a e adaptando-a aos dias confusos, tumultuados e turbulentos que, infelizmente, nos coube e nos cabe viver:

"Nem tudo o que é eles legalizam e fingem transformar em legal, é moral"!


 
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