quarta-feira, 25 de março de 2026

PARA TODO O HOMEM PÚBLICO LER E REFLETIR !!!

Hoje vou fugir da seara política na postagem, conquanto eu saiba das consequências dela advindas, fulminantes e mortais até para quem tenha advogados competentes, quanto mais para aqueles que, como eu, não os tem.

 

Analisarei, mais do que o contexto brasileiro, o mundial, deste tempo em que vivemos,  com rumores de guerras e a própria guerra explodindo em tantos cantos do planeta, mesmo em lugares onde há bem poucos dias, prevalecia, exclusivamente, a paz.

 

Vejam que até o Brasil, por absoluta incúria de dirigentes despreparados e inconsequentes, que se jactam e se arvoram em ungidos pelo povo, não está hesitando e nem evitando em promover e trazer uma guerra ao nosso quintal.

 

O deplorável da situação é que, no fundo, tudo gira em torno de orgulho pessoal ferido, vaidades, vinganças, ambições políticas desmedidas e, principalmente, da imposição de ideologias.

 

Ironicamente essas tais ideologias jamais deram certo e nem darão, em lugar algum deste mundo, pois isso já está provado, comprovado e ratificado através dos anos, dos séculos e da sucessão das gerações... mas eles não desistem

 

Tudo isso, convenhamos, é profundamente, lamentável, mas os homens teimam em brigar em razão disso, o que, diga-se "en pasant", é, muito mais do que lamentável, uma irresponsabilidade!

 

Quando será que o homem público brasileiro vai criar juízo? 

 

Quando colocará o cargo que ocupa acima de sua vaidade, vontades, ambições, e, principalmente, além  de seus desejos pessoais e materiais? 

 

Quando deixará de atuar em grupo para a consecução de negócios escusos, e, como fazem muitos deles, saquear os cofres públicos?

 

Quando proporcionarão melhores condições de vida à população?  

 

Quando, enfim, terão noções sensatas de pátria e cidadania para livrar-se-á  do ego inflado que os faz olhar, exclusivamente, para o próprio umbigo?

 

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segunda-feira, 16 de março de 2026

VEJAM A QUE PONTO CHEGOU O BRASIL !!!

Não fossem as redes sociais e, sinceramente, eu não saberia mensurar o tamanho do rombo em que está atolado o nosso país. Ainda assim, eu só sei que nada sei, apenas imagino.

 

A Internet também não nos proporciona essa condição, mas nos passa uma pequena ideia de quanto o Brasil, outrora um país tão respeitado e de tão elevado conceito, decaiu, empobreceu, se desarticulou e conduziu seu povo à extrema pobreza, ignorância e inominável miséria.

 

Acima de tudo e na condição de causa de todas as causas, há de se realçar e ressaltar a falta de vergonha e pundonor dos governantes que, logo em primeira instância e, antes de tudo, deveriam zelar pelo que é público.

 

Entretanto, a falta de caráter e de decência envolvendo os nossos "dirigentes" é crônica, alcançando um grau jamais visto em nossa história, com consequências inimagináveis ao povo, cada vez mais pobre e oprimido.  

 

Por isso, em nome de uma pretensa democracia, ou, tento definir melhor, de uma "pseudo democracia", homens existem, mormente tantos que ocupam os principais cargos de nossa atual e combalida república, que não estão nem aí para o Brasil, para a república, para a população, para nós ou para quem quer que seja.

 

Eu gostaria de nominar esses arremedos, essas caricaturas, esses rascunhos de homem em nosso blog, nem que fossem, ao menos, aqueles que eu conheço, mas sinto-me impedido de fazê-lo por óbvios motivos.

 

O maior deles é que como, lamentavelmente, eles detêm o poder e parecem ser os donos do Brasil, eu vou adiantando que não tenho $$$, prestígio, influência ou  condições materiais para me defender. 

 

Prefiro deixar para que cada um de nossos leitores dê asas à sabedoria e, mentalmente ou para os seus chegados, "em off "diga sempre quem são esses homens que tanto mal causam ao Brasil e aos brasileiros.

 

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PS - Não exagerem nas críticas, deixem apenas que fluam levemente pois os tempos que vivemos estão mui perigosos. (@D)   

quarta-feira, 4 de março de 2026

BRASIL, O PAÍS DO CRIME E DA TRANSGRESSÃO !

Dos minúsculos golpes do celular, atualíssimos, aos assaltos comuns e aos desfalques públicos preexistentes, o Brasil conseguiu transformar-se da condição de "coração do mundo e pátria do evangelho" em "ânus do mundo e pátria da criminalidade e da violência".

 

Foi-se o tempo em que se caminhava livremente, a qualquer hora, em qualquer cidade, ou, enfim, em qualquer lugar, sem ser submetido ao vexame, à humilhação ou ao trauma crudelíssimo de um assalto. 

 

Tive o ensejo de viver esse tempo ameno em que o povo apresentava tantas carências materiais, mas respeitava o próximo e jamais partia para subtrair com violência os bens materiais de seus semelhantes com uma arma na mão.

 

Não, não quero afirmar levianamente que naquele tempo não havia esse tipo de transgressão, porém sempre foram pontuais, restritas a lugares violentos e específicos como as zonas de meretrício e eram enormemente espaçadas entre uma e outra.  

 

Tudo ia bem até o início da década de 60, no final do governo Goulart que, para se manter no poder, resolveu cooptar o povo mais simples do país para o comunismo, tanto e quanto o fazia seu cunhado Leonel Brizola.Ambos foram defenestrados do poder e exilados em 1964. 

 

Um evento, denominado " a marcha da família com Deus e pela liberdade" realizada na Av. Paulista em São Paulo foi o evento que alertou o país para a perspectiva de o comunismo chegar e tomar conta do Brasil e impediu que colocassem a cor vermelha em nossa bandeira. Sem medo de errar, pode-se dizer que a Marcha, comandada pela igreja católica, foi o estopim da revolução de março de 64.

 

À época, imaturo ainda e abaixo de meus 17 anos, torci radicalmente contra a marcha e contra os militares que atenderam o recado das duas e tomaram o poder em seguida, no mês de março de 64 e continuei torcendo assim até que o mundo e a própria política me ensinaram que nenhum regime, sobretudo os denominados socialistas são, necessariamente os melhores.

 

Certa vez alguém disse o que vou dizer agora ou algo parecido que a reflexão e o amadurecimento ensinaram-me a perceber: "a democracia pode ser um péssimo regime político, mas é, entre todos, com certeza, o menos ruim.

 

A chegada dos militares ao poder, repito, em 1964, pacificando o país e impondo a lei, a ordem e a disciplina, contrariou o interesse de muitos, coincidentemente aqueles que não gostavam de trabalhar para conseguir.

 

Inconformados, esses oportunistas iniciaram, então, o que chamavam, chamaram e chamam de guerrilha e passaram a assaltar bancos e estabelecimentos comerciais que movimentavam muito $$$... Mesmo violentamente reprimidos, tiveram êxito em vários intentos. 

 

De minha parte, eu acreditava piamente em todos eles e, repito, torcia por eles, até que a política e a vida me mostraram quem eles, realmente, eram. 

 

Do dia em que a esquerdalha, l-a-m-e-n-t-a-v-e-l-m-e-n-t-e,  chegou ao poder, aos tenebrosos dias que vivemos (esse tempo parece etermo e não querer mais ir embora), os intelectualóides guerrilheiros,  gente do mais baixo coturno, associaram-se a bandidos comuns.

 

A partir daí tentaram passaram aos quadrilheiros, até então dispersos e desorganizados, técnicas de guerra e ação, imaginando, talvez, que os facínoras da delinquência comum se dispusessem a ajudá-los numa possível empreitada política pela tomada do poder. Ledo engano, não conseguiram, mas alinharam-se a eles encontraram um denominador comum: a violência.

 

Foi a partir daí que a bandidagem, em face da dificuldade cada vez maior em assaltar os bancos e as grandes empresas, que passaram a reforçar a segurança, percebeu que era muito mais fácil e tranquilo subtrair o que o cidadão comum levava no bolso, ou o seu carro, seu escritório, sua oficina, seu comércio, sua residência e até as pequenas empresas ameaçando-o com uma faca, um revólver ou qualquer outra arma de fogo.

 

Foi assim, via transgressão, que a esquerdalha, muito em razão da omissão, fraqueza e conveniência de nossos governantes iniciou a violência no Brasil, até que chegasse ao país violento que é, um dos piores do mundo! 

 

O que vem depois todos nós não apenas sabemos, mas sentimos na própria pele!

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