quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

O PRESIDENTE DO ATLÉTICO MINEIRO QUE A ESQUERDALHA QUER ESCONDER!

A história política brasileira, lamentavelmente escrita por fanáticos esquerdistas, não faz justiça a um dos maiores presidentes do Clube Atlético Mineiro em todos os tempos: Afonso de Araújo Paulino.

Sem ter intimidades com Afonso enquanto cidadão, dirigente esportivo, empresário, político ou até como dono de jornal, ouso afirmar que ele foi, seguramente, um cidadão diligente, inteligente, brilhante, generoso, solidário e muito à frente de seu tempo. Detalhe: ao que me consta, graças a Deus, ele ainda está entre nós

Ao Afonso tem-se de atribuir todos os méritos pelo fato de o Clube Atlético Mineiro não ter se apequenado de vez nos cenários esportivos mineiro e brasileiro. Pelo contrário, temos de agradecê-lo por ter mantido o alvinegro envolto em seu status de clube de primeira grandeza do futebol brasileiro.

A propósito quero relatar-lhes um fato que comprova de maneira radical e definitiva o excepcional caráter de Afonso e sua luta para dar ao galo o valor que o clube merece.  

Decorria o ano de 1989 quando Afonso Paulino assumiu o comando do Galo, com um olho voltado à solução dos problemas financeiros, contábeis e patrimoniais do clube e o outro nos títulos dentro dos campos de futebol. Como homem inteligente, ele sabia que os títulos só viriam se o clube se ajustasse, se reorganizasse e fosse, enfim, passado a limpo sob todos os aspectos.

Foi com esse espírito que ele, já presidente do Galo, partiu para o seu primeiro projeto administrativo, nada mais nada menos do que a recuperação da propriedade do Velho Estádio da Colina, Antonio Carlos, que, malgrado sua localização privilegiada, era minúsculo, muito aquém das necessidades do CAM .

O fato é que o Atlético já havia perdido a propriedade do estádio para a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte. Para uns e alguns àquela altura já teria sido vendido à Prefeitura, e, para outros, cedido à PBH em troca dos débitos de impostos e outras taxas que o clube não pagara e nem pagava, após larga inadimplência.

Em 1991, com Eduardo Azeredo comandando a prefeitura eis que, após "milhares de idas e vindas à PBH e uma insistência teimosamente interminável", eis que Afonso Paulino, ele mesmo, conseguiu reaver para o Clube Atlético Mineiro o velho Estádio da Colina.

Foi através da influência, prestígio e determinação de Afonso, à época um cidadão importantíssimo na sociedade mineira, que o Atlético pôde  trazer de volta o seu grande patrimônio, reoxigenando o clube e fazendo com que o Galo voltasse a ostentar a sua pompa e grandeza de maior clube de Minas e um dos mais importantes do Brasil. 

Afonso Paulino portou-se magnificamente bem na presidência do clube até os últimos anos de seu mandato, tendo reabilitado a contabilidade do clube. Dentro de campo, conquistou dois títulos estaduais e uma Recopa, competindo de igual para igual e às vezes até com superioridade, os seus confrontos com o maior rival, o Cruzeiro EC.

Era uma época de ouro do Atlético mas a esquerdalha imunda da mídia sequer citava o nome e as realizações de Afonso, não apenas por ideologia desigual mas por inveja. 

Tudo entre Paulino e o Galo ia muito bem, como um casamento que deu certo, até que, inopinadamente, o destino resolveu pregar uma peça no treinador atleticano Jair Pereira que com o professor Cláudio Café, comandavam o elenco. O filho de Jair, jovem ainda, foi assassinado numa rua perto de sua casa no Rio de Janeiro.

Num átimo, o Atlético se metamorfoseou e Jair Pereira entrou em desespero, perdendo, completamente seus rumos e suas diretrizes de vida. 

Sobrou, também, para o Atlético em função do poder absoluto e da liderança que a dupla Jair & Café exercia sobre o grupo. Aquele deplorável episódio do Rio, como que por osmose passou para a comissão técnica atleticana, para os dirigentes, para os jogadores e até para parte da torcida, em face dos maus resultados do time que sobrevieram, como decorrências de tudo isso.

Jair passava o tempo chorando, dia e noite, e de nada adiantavam os conselhos  e consolo pois o homem vertia lágrimas dia e noite, noite e dia não parava de chorar. Entrementes, o time só afundava, afundava, afundava... 

Muitos procuravam Afonso, pedindo que ele dispensasse Jair e Café, contratando outro treinador, mas Afonso apostava sempre, de forma bilateral, em Jair e ele voltava no jogo seguinte, mas sem resultados práticos. A integridade de caráter de Afonso, aderida a sua imensa solidariedade humana, o impediam de colocar em prática aquela solução extrema que poderia ter salvado a banda de todos os envolvidos: a dispensa imediata do técnico.

Afonso ainda segurou Jair naquele estado de alma por praticamente um ano e, mesmo assim, recebeu saraivadas de crítica daqueles que o acusavam de ter feito parte da ditadura militar. 

A única coisa que, entretanto, vi da parte dele foi atender o pedido de dezenas de mães que queriam a liberdade de seus filhos, e ajuda para retirá-los do cárcere. 

Não, não vou dizer que Afonso Paulino foi ou é um santo, mas ele é (sempre foi) um Homem com H maiúsculo, um cidadão correto e reto, lúcido, de primeira qualidade que, mesmo estando do outro lado naquela "revolução", encontrou sempre condições de auxiliar o próximo e ajudar a construir um mundo melhor.

PAZ E ALEGRIA A VOCÊ E FAMÍLIA, MEU AMIGO AFONSO PAULINO.

HOJE CONCLUO QUE, POLITICAMENTE, ERA VOCÊ E NÃO EU QUEM ESTAVA CERTO!

domingo, 22 de fevereiro de 2026

HOJE, TENHO SAUDADE DOS MILITARES COMANDANDO O BRASIL!!!

Tenho vergonha de viver neste país. Vou mais longe. Só não mudo minha morada em razão da idade avançada e da falta de uma renda que me permita sobreviver com dignidade fora do Brasil.

Aos 80 anos, vivenciados em mais de  10 estados da Federação convivi com tudo de bom e de ruim que caracterizava cada região brasileira, chegando à triste conclusão de que, infelizmente, fomos derrotados pelos medíocres.

Nas décadas de 60, 70 e até um bom período da década de 80 vivenciamos o que chamaram de "milagre brasileiro" que pode ser definido assim:

Foi um período de crescimento descomunal do PIB do país, que atingiu médias superiores a 10% ao ano, durante a denominada ditadura militar, mormente no governo Médici

O investimento de múltiplas empresas do exterior, as obras públicas de grande vulto como Transamazônica, Itaipu outras, tudo isso gerou a modernização industrial e baixo desemprego e um progresso jamais visto no país.

No entanto, os críticos, os esquerdalhas e os "verdadeiros reaças" (eu estava entre eles e fazia parte embora à distância da confraria) afirmam que o "milagre brasileiro" baseou-se em arrocho salarial, aumento da desigualdade social e de uma enorme dívida externa, finalizando, tudo, com a crise do petróleo.

Enceguecido de ódio pelos militares, eu não conseguia deixar de criticá-los, nem de fazer campanhas contra eles. Os chamava de inimigos da democracia, e àqueles que combatiam a caserna e suas maldades de guerrilheiros aos quais considerava heróis e os idolatrava por enfrentarem com armas o sistema dominante.   

Hoje, decorrido tanto tempo, com o rodízio incessante de tantas gerações chego à conclusão de que aquele ditado antigo é, rigorosamente, verdadeiro "o tempo é o senhor da razão".

Os militares passaram e ficaram os "guerrilheiros" de meu tempo, hoje no comando da nação.

Lamentavelmente, nunca se viu tanta safadeza e tanta sem vergonhice da parte dos "guerrilheiros" que perpetraram tantas ações ilegais visando ao poder, que fizeram tantas juras de amor pelo Brasil.

Agora que os "guerrilheiros" atingiram os seu$ objetivo$ de tomar o poder, deixam claro que, movidos pela ambição, lutavam, apenas por eles próprios, por dinheiro e por poder, jamais por nossa pátria, o Brasil.

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

O TEMPO PASSA E AS COISAS MUDAM, MENOS A POLÍTICA BRASILEIRA!

O tempo e o Criador foram generosos comigo e sobrevivo, com relativa saúde, desde o longínquo 1946 aos dias de hoje.

Estou tentando, neste momento, ressuscitar meu antigo blog "Promotores do Povo" e no momento em que tento reler a publicação para avalia-la, eis que me deparo com críticas que escrevi, as quais, mesmo escritas e publicadas há tantos anos, caem como luva em relação aos problemas que estamos vivenciando neste país.

Vejam que eu já houvera abordado a situação vivida nos tribunais da mais alta instância que embora tenham sido renovados do ponto de vista humano, continuam apresentando praticamente as mesmas filosofias, ideias, víciosidades e, enfim, os mesmos erros. 

Na verdade, estamos, neste momento, vivendo uma situação de definição em nosso país e as próximas eleições ditarão os rumos para os quais seguiremos ao final das apurações.

O que você está imaginando e esperando acontecer?

Deixe sua opinião com respeito, educação e responsabilidade.

Em caso contrário nos reservamos ao direito de apagar o seu comentário !!! 

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